Esteatose hepática: por que o ultrassom não é suficiente?

A esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado, é uma doença muito comum e precisa de atenção ao ser detectada. Está presente em cerca de 30% da população mundial; 60% das pessoas com diabetes; e 80% das pessoas com obesidade. 

Neste artigo, a Dra. Cynara Feuchard, médica gastroenterologista e hepatologista da Gastrolife, explica quais são os métodos de detecção da esteatose hepática e os motivos pelos quais somente o exame de ultrassom não é suficiente: 

Como funciona o diagnóstico da esteatose hepática?

A ultrassonografia de abdome é o método inicial para diagnóstico, porém ele tem uma sensibilidade menor para diagnosticar a esteatose leve (em torno de 20% dos casos podem não ser vistos ao exame). Isso se dá pois a ultrassonografia é um exame que se baseia numa escala de cores (branco e graduações de cinza) e costuma depender do operador e, às vezes, do próprio aparelho.

 

Um dos melhores métodos para a adequada avaliação da gordura no fígado, é a elastografia hepática transitória por FibroScan®️. É um exame rápido, indolor e sem radiação que detecta e ainda quantifica a quantidade de gordura.

 

O médico responsável realiza esse processo através de um programa, o Controlled Attenuation Parameter (CAP). Dessa forma, pode-se quantificar a esteatose em leve, moderada e acentuada de maneira mais precisa. 

 

A elastografia também avalia o grau de rigidez hepática, podendo identificar formas mais graves de evolução da esteatose com complicações como fibrose e cirrose. 

Avaliação de resposta ao tratamento 

 

Vale destacar também que a elastografia é um excelente exame para seguimento e avaliação de resposta ao tratamento. Isso porque, se baseia em uma escala numérica validada, que permite comparar o antes e depois e, se necessário, traçar novos tratamentos.

 

Se você é portador de diabetes, está acima do peso, tem alguma doença hepática ou fez algum exame que identificou esteatose hepática, não deixe de conversar com seu médico sobre a necessidade de avaliar o fígado através da elastografia. 

Consulte um gastroenterologista e saiba mais sobre a detecção da esteatose hepática!

Por fim, o objetivo deste artigo é tirar as principais dúvidas sobre a detecção da esteatose hepática. É preciso destacar, porém, que a orientação individualizada de um especialista é fundamental para a prevenção, diagnóstico e tratamento dessa doença, de acordo com suas necessidades específicas. 

 

Na Gastrolife, temos uma equipe de profissionais de gastroenterologia e hepatologia especializadas para ajudá-lo. Estamos localizados na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ). Além disso, fornecemos todo o suporte que você precisa através de uma equipe qualificada e equipamentos  tecnológicos. 

Ficou com alguma dúvida ou deseja marcar uma consulta? Entre em contato através dos nossos telefones: (21) 3547-5563 ou(21) 98020-8081 (WhatsApp).

 

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Dra. Bruna Puente

Gastroenterologia & Endoscopia

CRM 52.0102944-4

Médica graduada pela Faculdade de Medicina Souza Marques, possui residência médica em Clínica Médica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e residência em Gastroenterologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). 

Atua no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças do aparelho gastrointestinal (refluxo, gastrites, úlceras, doenças inflamatórias intestinais, síndrome do intestino irritável) e doenças do fígado (esteatose, hepatites, cirrose hepática) entre outras. 

Na Gastrolife atende consultas em Gastroenterologia e Hepatopatologia. Além disso realiza endoscopia digestiva.

Apaixonada pelo hepatologia,  integra também a equipe de transplante hepático em Hospitais privados

Gostou? Vem conhecer!☺