A alimentação na mídia digital: como lidar nos tempos atuais

O que e o quanto comer, parece uma decisão trivial para muitas pessoas, mas pode ser um pesadelo para outras. Todos precisam de alimentos. Mas para o ser humano, o ato de comer transcende as escolhas, comer significa estar vivo, portanto, é essencial.

Mas de fato, a nutrição cresceu. Alimentos novos apareceram. As pessoas começaram a ter muitas dúvidas no que deveriam ou não comer.

Em paralelo, vieram os trabalhos de pesquisa em nutrição e medicina, uma dobradinha perfeita para orientar, tanto na prevenção, como os pacientes com doenças metabólicas, como por exemplo, a obesidade. Os estudos demonstraram que o ato de comer engloba fatores emocionais, simbólicos, fisiológicos e sócio culturais, tornando a nutrição uma ciência de evidências.

Alimentação na mídia digital

Em contraponto, a mídia digital chegou, contribuindo diariamente para a divulgação do quão importante é se alimentar adequadamente. Mas, infelizmente, também se tornou um meio de fake news e de informações contraditórias sobre a alimentação. Em quem acreditar? Guidelines perderam a força para o “ serve para que”, “é bom para”, “faz bem”, “faz mal”. Nesse lugar virtual, tudo é possível. Existe um espaço para as informações distorcidas, desestabilizando conceitos clássicos sobre alimentação.

Mas como interpretar tudo isso? Como instruir e fazer com que os pacientes sigam ajustes alimentares, de qualquer ordem, se o alimento é lugar e acesso de todos? Como reverter a instabilidade dessas informações que vagam pelos meios sociais?

Respondo escrevendo: Fazendo a nossa parte, desconstruindo mitos e incansavelmente orientando nossos pacientes nas pequenas mudanças em relação a um determinado alimento.

Mudar um hábito não é um processo linear, portanto, vem entremeado de “insucessos”. Será que precisamos mudar TUDO?  Como lidar, por exemplo, com o significado não nutricional do alimento, ou seja, o alimento na busca da satisfação?

Não tenho dúvida que a disponibilidade interna de cada paciente para ouvir… depois para entender…. Mais à frente, para aceitar o que vem acontecendo com cada um através da reflexão, é o caminho diante da complexidade que é comer.

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Dra. Claudia Cravo

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Dra. Bruna Puente

Gastroenterologia & Endoscopia

CRM 52.0102944-4

Médica graduada pela Faculdade de Medicina Souza Marques, possui residência médica em Clínica Médica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e residência em Gastroenterologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). 

Atua no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças do aparelho gastrointestinal (refluxo, gastrites, úlceras, doenças inflamatórias intestinais, síndrome do intestino irritável) e doenças do fígado (esteatose, hepatites, cirrose hepática) entre outras. 

Na Gastrolife atende consultas em Gastroenterologia e Hepatopatologia. Além disso realiza endoscopia digestiva.

Apaixonada pelo hepatologia,  integra também a equipe de transplante hepático em Hospitais privados

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