A automedicação traz riscos principalmente em um período de incertezas e o receio de sair de casa para uma consulta, arriscando a saúde de muitos indivíduos, com a ingestão de alguns medicamentos sem orientação médica.
O uso por conta própria de antiácidos como omeprazol e ranitidina acontece com frequência, devido ao fácil acesso dessas medicações, além do conhecimento comum de que são medicações eficazes no alívio de diversos sintomas gastrointestinais.
Os riscos da automedicação
O problema de se automedicar é, principalmente, mascarar sintomas de algo que pode ser potencialmente grave, atrasando o diagnóstico e tratamento adequado. Como por exemplo, pacientes com câncer gástrico, que podem ter alguns sintomas aliviados com uso de antiácido, atrasando a procura da assistência médica.
Pacientes com refluxo gastroesofágico podem melhorar temporariamente com uso de antiácidos, mas sem a investigação adequada podem não identificar complicações e receber a dose. Ainda assim, não receberão o acompanhamento ideal, também perderá tempo de tratamento, que realmente resolverá o problema.
Além disso, o uso de medicações antiácidas a longo prazo podem, sim, trazer efeitos colaterais, como deficiências nutricionais, alterações no pH do estômago, má digestão de alimentos, diminuição de absorção de vitaminas importantes com complicações associadas, bem como a possibilidade de supercrescimento bacteriano, gases e diarreia.
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